sábado, 20 de fevereiro de 2010

Hoje eu me sinto mais forte, mais próxima de mim. Acho que depois que se conhece as habilidades da mente, fica mais fácil de se lidar com a mesma.

Costuma-se dizer que cada pessoa tem um sentido desenvolvido em especial. Alguns escuta melhor, outros vêem melhor. Nesses últimos dias, venho achando que meu melhor sentido é o que muitos chamariam de sexto. É aquilo que eu chamo de pressentimento, ou premonição. E, dependendo da situação, pode ser alvo de risos ou de analogias.

Para os céticos, é mais prático ignorar ou até mesmo zombar dos poderes da mente. Não falo apenas de pressentimentos, mas também sobre todas as outras capacidades desconhecidas que eu acredito que o cérebro tenha. Já para alguns cientistas, essas habilidades ganharam espaço e se viram na mira de importantes pesquisas. Seu estudo ganhou a denominação de Ciência Noética.

Para mim, mais do que nunca, fica clara a importância de quem acredita em novas ideias e possíveis mudanças. Afinal, é evidente que viveríamos até hoje sob as trevas da ignorância não fossem os intelectuais para desafiar os estereótipos.

Ando cansada da zombaria, mas me satisfaço em encará-la com incentivo para persistir no meu objetivo. Há de chegar o dia em que esse meu controle através da mente será tão corriqueiro como andar de bicicleta.

Enquanto isso não é disseminado entre as massas, contento-me em usar meu cérebro em meu favor e esperar o momento em que poderei usá-lo em favor da humanidade.

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